|

Mighty Morphin Power Rangers: 10 segredos dos anos 90

Descubra curiosidades, bastidores, polêmicas e segredos de Mighty Morphin Power Rangers, a série que conquistou uma geração nos anos 90.


Mighty Morphin Power Rangers: o fenômeno que marcou os anos 90

Poucas séries conseguiram conquistar uma geração com a mesma força de Mighty Morphin Power Rangers. Quando a produção estreou em 1993, ninguém poderia imaginar que aqueles adolescentes coloridos, seus monstros gigantes e o famoso grito de “É hora de morfar!” se transformariam em um dos maiores fenômenos da cultura pop.

A série misturava artes marciais, ficção científica, monstros, robôs gigantes, humor e muita ação. O resultado foi uma produção simples na aparência, mas extremamente eficiente para o público infantil.

Criada por Haim Saban, Mighty Morphin Power Rangers estreou em 28 de agosto de 1993 e rapidamente se tornou um fenômeno televisivo e comercial. A própria Hasbro descreve a franquia como uma marca lançada em 1993 que rapidamente se transformou em fenômeno da cultura pop. (Hasbro, Inc.)

Mas existe um detalhe importante: o que aparecia na televisão era apenas parte da história.

Por trás dos uniformes coloridos, havia uma produção que utilizava material japonês, novas gravações feitas nos Estados Unidos, atores jovens submetidos a condições difíceis e decisões de produção que ajudaram a definir o futuro da franquia.

Neste artigo, vamos revisitar os principais segredos, curiosidades, bastidores e polêmicas de Mighty Morphin Power Rangers, incluindo detalhes que muitos fãs só descobriram anos depois.


1. Mighty Morphin Power Rangers nasceu do Super Sentai

Uma das maiores curiosidades sobre Power Rangers é que a série não foi criada do zero nos Estados Unidos.

A produção aproveitou uma grande quantidade de cenas de ação da franquia japonesa Super Sentai, principalmente de Kyoryu Sentai Zyuranger, exibida no Japão em 1992.

Isso explica por que os combates dos Rangers parecem tão diferentes das cenas em que os atores americanos aparecem sem capacete.

A estratégia era bastante inteligente para uma produção de orçamento limitado.

Os produtores poderiam utilizar cenas japonesas de batalhas, monstros e robôs e, ao mesmo tempo, gravar novas cenas com os personagens americanos.

O resultado foi uma mistura curiosa:

  • atores americanos;
  • cenas japonesas;
  • novos diálogos;
  • novos personagens;
  • nova história;
  • novos ambientes;
  • novos vilões e situações.

A própria produção acabou criando uma identidade própria a partir desse material.

Por que essa mistura funcionou tão bem?

Porque as cenas de ação japonesas já tinham sido produzidas em grande escala.

Em vez de construir todos os monstros, robôs e sequências de combate novamente, a equipe americana conseguia aproveitar aquilo que já existia.

Foi uma maneira criativa de transformar uma produção japonesa em algo diferente para o público ocidental.


2. Haim Saban demorou anos para conseguir produzir a série

Antes de Power Rangers se transformar em sucesso mundial, a ideia enfrentou bastante resistência.

Haim Saban havia conhecido produções japonesas durante uma viagem ao Japão e percebeu o potencial daquele tipo de entretenimento.

O conceito chamou sua atenção justamente pela combinação de:

  • monstros;
  • heróis coloridos;
  • artes marciais;
  • robôs gigantes;
  • transformação;
  • humor;
  • ação.

Mas convencer emissoras americanas não foi simples.

Segundo relatos preservados pela Television Academy, Saban passou anos tentando colocar Mighty Morphin Power Rangers na televisão e enfrentou resistência de executivos e afiliadas.

Quando finalmente encontrou apoio na Fox Kids, o cenário mudou completamente.

A série chegou à televisão e rapidamente chamou a atenção das crianças.

Um artigo do Los Angeles Times publicado ainda em 1993 registrou o tamanho do fenômeno: os Power Rangers já estavam entre os programas infantis de maior audiência e os brinquedos estavam entre os produtos mais disputados daquele Natal.


3. A série quase não foi aceita pelas emissoras

Hoje parece difícil imaginar que alguém pudesse recusar Power Rangers.

Mas isso aconteceu.

Parte das emissoras considerava a produção estranha demais. Havia preocupação com o excesso de violência e com as cenas de luta.

A Television Academy registra que Haim Saban enfrentou resistência de afiliadas da Fox por causa das representações de violência antes de o programa finalmente conquistar seu espaço.

Image

E existe uma ironia interessante nisso.

A mesma característica que assustava alguns executivos foi justamente uma das responsáveis pelo sucesso entre as crianças.

Os espectadores encontraram algo diferente de desenhos tradicionais.

Os personagens não apenas lutavam.

Eles:

  • frequentavam a escola;
  • tinham amigos;
  • praticavam esportes;
  • enfrentavam problemas cotidianos;
  • trabalhavam em equipe;
  • recebiam poderes extraordinários;
  • protegiam Angel Grove.

Essa combinação aproximava os personagens do público.


4. O primeiro episódio é muito diferente do que muitos imaginam

O episódio de estreia recebeu o título “Day of the Dumpster” e apresentou praticamente todos os elementos que se tornariam marcas registradas da franquia.

A história começa quando Rita Repulsa é libertada após milhares de anos de prisão.

Zordon percebe que a ameaça retornou e decide reunir cinco adolescentes para formar uma equipe capaz de proteger a Terra.

Image

Jason, Zack, Kimberly, Billy e Trini recebem os Power Morphers.

Depois vêm os primeiros confrontos contra os Putties e Goldar.

Finalmente, os adolescentes descobrem os Dinozords e formam o Megazord.

O episódio foi ao ar em 28 de agosto de 1993 e utilizou material adaptado de Kyoryu Sentai Zyuranger.

Para quem assistiu quando criança, era simplesmente o começo de uma aventura.

Hoje, porém, o episódio funciona como um verdadeiro documento histórico da televisão dos anos 90.


5. O Ranger Amarelo tem uma curiosidade que quase ninguém percebeu

Trini Kwan se tornou uma das personagens mais reconhecidas de Mighty Morphin Power Rangers.

Porém, existe uma história curiosa envolvendo a Ranger Amarela.

No material japonês que serviu de base para a produção, o personagem correspondente era masculino.

A adaptação americana mudou isso e criou Trini como uma adolescente.

Essa diferença ajudou a explicar algumas características visuais que fãs atentos perceberam posteriormente.

É um dos exemplos mais claros de como Power Rangers não era simplesmente uma dublagem ou tradução de Super Sentai.

A produção americana fazia alterações para adaptar os personagens ao novo público.


6. A troca dos primeiros Rangers foi cercada de problemas

Um dos maiores momentos de mudança em Mighty Morphin Power Rangers aconteceu durante a segunda temporada.

Austin St. John, Walter Emanuel Jones e Thuy Trang deixaram a produção.

Eles interpretavam respectivamente:

  • Jason, o Ranger Vermelho;
  • Zack, o Ranger Preto;
  • Trini, a Ranger Amarela.
Image

Os personagens foram posteriormente substituídos por Rocky, Adam e Aisha.

Durante muito tempo, os fãs discutiram as razões dessas saídas.

A questão salarial foi uma das principais controvérsias envolvendo o elenco original. Relatos posteriores apontaram problemas relacionados a remuneração, contratos e condições de trabalho. (The Guardian)

A produção encontrou uma solução simples dentro da história: os antigos Rangers foram enviados para uma Conferência de Paz internacional.

Assim, a série conseguiu introduzir novos protagonistas sem abandonar completamente os personagens anteriores.


7. Os atores trabalhavam em uma produção de baixo orçamento

Esse talvez seja um dos aspectos mais surpreendentes quando observamos Mighty Morphin Power Rangers atualmente.

A série parecia gigantesca na televisão.

Mas a produção trabalhava com recursos relativamente limitados.

Por isso, os produtores precisavam encontrar soluções criativas.

O reaproveitamento de cenas japonesas era apenas uma delas.

Image

Também havia:

  • gravações em locações simples;
  • figurinos reaproveitados;
  • efeitos práticos;
  • miniaturas;
  • fantasias de monstros;
  • cenários econômicos;
  • efeitos visuais produzidos com recursos limitados.

E justamente essa limitação ajudou a criar parte do charme da série.

As cenas tinham uma aparência muito característica dos anos 90.


8. Os bastidores também tiveram relatos sobre segurança

As condições de gravação são outro ponto importante quando falamos dos bastidores.

Amy Jo Johnson, intérprete da Ranger Rosa, posteriormente comentou sobre problemas relacionados à segurança e aos baixos recursos utilizados durante determinadas cenas de ação.

Em uma carta publicada anos depois, a atriz afirmou que havia enfrentado situações perigosas durante a produção. O tema também foi abordado em retrospectivas sobre a série.

Mais recentemente, a atriz Audri DuBois, que participou do piloto como a primeira intérprete da Ranger Amarela, relatou uma situação envolvendo calor extremo durante uma gravação no deserto.

Image

Segundo o relato divulgado pela CNN Brasil, um ator passou mal durante as filmagens e a produção teria oferecido dinheiro para alguém assumir a cena.

É importante tratar esse tipo de informação como relato de bastidor, e não como descrição de todos os dias de produção.

Ainda assim, esses depoimentos mostram que a realidade por trás das câmeras era bem mais complicada do que parecia para quem assistia à série pela televisão.

Image

9. David Yost revelou uma das maiores polêmicas

David Yost, intérprete de Billy Cranston, foi um dos membros mais importantes do elenco original.

Seu personagem era o cérebro da equipe.

Billy também se tornou um dos personagens mais queridos pelos fãs.

Entretanto, anos depois, Yost revelou que enfrentou situações de assédio e comentários homofóbicos durante seu período na franquia.

Segundo seus relatos, esse ambiente contribuiu para sua decisão de deixar a produção.

A história ganhou grande repercussão porque mostrou um lado bastante diferente da imagem divertida apresentada na televisão.

Reportagens e entrevistas posteriores registraram as declarações de Yost e a importância desse episódio para compreender os bastidores da franquia.

Esse é um dos motivos pelos quais falar sobre os bastidores de Power Rangers exige mais do que apenas nostalgia.

A série marcou positivamente milhões de pessoas, mas a experiência dos atores nem sempre foi tão colorida quanto os uniformes dos personagens.


10. Rita Repulsa também tem uma história curiosa nos bastidores

Rita Repulsa é uma das vilãs mais famosas da história dos Power Rangers.

Mas muitos fãs não sabem que sua representação na primeira fase estava diretamente ligada ao material japonês.

As cenas originais de Rita foram aproveitadas de Zyuranger, enquanto a produção americana trabalhava com dublagem e novas inserções.

Posteriormente, a personagem passou por mudanças e novas intérpretes foram utilizadas.

Image

Carla Perez, por exemplo, assumiu a representação de Rita em parte da produção televisiva. Em entrevista ao site Morphin’ Legacy, ela contou detalhes do processo de caracterização, incluindo as longas sessões de maquiagem e preparação para entrar em cena.

Isso mostra como a personagem que parecia simplesmente surgir na tela exigia um enorme trabalho de produção.

Rita Repulsa tinha uma história mais sombria

Na versão japonesa, Rita era conhecida como Witch Bandora.

Sua motivação original envolvia a morte de seu filho, o que tornava a vilã muito mais trágica e complexa do que a versão americana apresentada em Mighty Morphin Power Rangers.


O segredo do sucesso de Mighty Morphin Power Rangers

Mas afinal, por que uma série tão simples conseguiu conquistar milhões de pessoas?

A resposta está justamente na combinação de elementos.

Mighty Morphin Power Rangers oferecia algo para praticamente todo tipo de espectador infantil.

Quem gostava de ação tinha os Rangers.

Quem gostava de monstros tinha Rita e seus lacaios.

Quem gostava de robôs tinha os Dinozords.

Quem gostava de humor tinha Bulk e Skull.

Quem gostava de personagens tinha Jason, Kimberly, Billy, Zack, Trini e Tommy.

E quem gostava de música tinha uma das aberturas mais memoráveis da televisão dos anos 90.

Image

Conheça os 5 heróis originais (a equipe clássica de 1993) de Mighty Morphin Power Rangers 

Jason Lee Scott (Ranger Vermelho / Red Ranger) – Líder


Zack Taylor (Ranger Preto / Black Ranger)


Billy Cranston (Ranger Azul / Blue Ranger)


Trini Kwan (Ranger Amarela / Yellow Ranger)


Kimberly Ann Hart (Ranger Rosa / Pink Ranger


  • Tommy Oliver (Ranger Verde / Green Ranger) juntou-se ao grupo logo após a introdução da equipe, tornando-se o sexto membro.
  • Eles foram recrutados por Zordon e Alpha 5 para defender a Terra contra a feiticeira Rita Repulsa.
  • Cada Ranger baseia seu poder em um animal pré-histórico (Tiranossauro, Mastodonte, Tricerátope, Tigre dente-de-sabre e Pterodáctilo).

Ranger Verde: o personagem que não deveria ficar

O Ranger Verde se tornou um dos personagens mais icônicos da franquia.

Ver desenhos

Interpretado por Jason David Frank, Tommy Oliver originalmente seria apenas um personagem temporário.

Na versão japonesa, o personagem equivalente morria após perder seus poderes quando a “vela verde” se apagava.

Porém, a popularidade foi tão absurda que os produtores decidiram mantê-lo na série.

Resultado? O Ranger Verde virou um dos personagens mais amados da história dos Power Rangers.


Zordon gravou tudo em apenas 4 horas

O mentor dos Rangers, Zordon, foi interpretado por David J. Fielding.

Surpreendentemente, todas as falas da primeira temporada foram gravadas em apenas uma sessão de quatro horas.

Isso explica porque várias falas eram reutilizadas ao longo dos episódios


O Megazord virou um símbolo da cultura pop

Poucos elementos são tão associados a Power Rangers quanto o Megazord.

A ideia de cinco máquinas gigantes se combinando para formar um robô ainda maior era perfeita para o público infantil.

O conceito também ajudava a criar um clímax para os episódios.

Primeiro vinham os combates individuais.

Depois o monstro crescia.

Em seguida, os Rangers chamavam os Dinozords.

Finalmente:

Megazord formado.

A estrutura podia parecer repetitiva, mas funcionava extremamente bem.

Image

E também ajudou a transformar brinquedos, colecionáveis e produtos licenciados em uma parte gigantesca do sucesso comercial da franquia.

Ainda em 1993, o Los Angeles Times já destacava a enorme procura pelos brinquedos de Power Rangers e o potencial comercial da marca.


Por que Mighty Morphin Power Rangers continua popular?

Mais de três décadas depois de sua estreia, a primeira geração continua sendo lembrada.

Isso acontece porque a franquia não ficou limitada à televisão.

Power Rangers ganhou:

A marca continuou evoluindo depois da fase clássica.

Segundo a Hasbro, a franquia já ultrapassou 900 episódios produzidos ao longo de sua história e continua sendo uma das mais duradouras séries infantis live-action da televisão.

Mesmo assim, para muitos fãs, Mighty Morphin Power Rangers continua sendo o coração da franquia.

Foi ali que tudo começou para o público ocidental.


A nostalgia que transformou os Rangers em colecionáveis

A nostalgia dos anos 90 também ajudou a transformar os antigos Rangers em produtos para colecionadores adultos.

Hoje é possível encontrar:

  • figuras de ação;
  • estátuas;
  • capacetes;
  • morfadores;
  • réplicas de armas;
  • miniaturas de Zords;
  • camisetas;
  • itens decorativos;
  • action figures premium.

Para quem cresceu assistindo à série, possuir uma peça de Mighty Morphin Power Rangers não significa apenas comprar um brinquedo.

É uma maneira de recuperar uma pequena parte da infância.

Se você está pensando em montar uma coleção, vale observar principalmente acabamento, escala, articulação, fidelidade ao personagem e qualidade dos acessórios.

Uma boa peça pode funcionar tanto como item de coleção quanto como decoração para um quarto geek, escritório ou espaço dedicado a tokusatsu.


Mighty Morphin Power Rangers ainda vale a pena assistir?

Sim.

Principalmente se você gosta de:

  • tokusatsu;
  • Super Sentai;
  • ficção científica;
  • robôs gigantes;
  • nostalgia dos anos 90;
  • cultura pop;
  • séries clássicas de heróis.

É claro que alguns efeitos visuais e soluções de produção envelheceram.

Mas esse também é um dos maiores encantos da série.

Assistir atualmente é uma viagem para uma época em que efeitos práticos, fantasias de monstros, miniaturas e cenas de ação tinham uma presença muito maior na televisão.

Além disso, conhecer os bastidores torna a experiência ainda mais interessante.

Você começa a perceber quando uma cena foi gravada nos Estados Unidos e quando uma sequência veio do material japonês.


Perguntas frequentes sobre Mighty Morphin Power Rangers

Quando estreou Mighty Morphin Power Rangers?

A série estreou em 28 de agosto de 1993, apresentando a primeira equipe de Power Rangers ao público.

Em qual série japonesa Power Rangers foi baseado?

A primeira fase utilizou principalmente material de Kyoryu Sentai Zyuranger, produção japonesa da Toei.

Quem criou Mighty Morphin Power Rangers?

A franquia foi criada por Haim Saban, em parceria com estruturas de produção e material da Toei. A série foi lançada em 1993.

Por que alguns atores originais deixaram Power Rangers?

As saídas de Austin St. John, Walter Emanuel Jones e Thuy Trang foram associadas principalmente a questões contratuais e salariais, embora os detalhes tenham sido discutidos durante anos.

Power Rangers é um tokusatsu?

Power Rangers é uma franquia produzida nos Estados Unidos que utiliza fortemente elementos e cenas de produções japonesas de Super Sentai. Por isso, possui uma relação direta com o universo do tokusatsu japonês.


Por que Mighty Morphin Power Rangers fez tanto sucesso?

A combinação de adolescentes, superpoderes, artes marciais, monstros, robôs gigantes, humor, música e personagens carismáticos ajudou a série a conquistar o público infantil e se transformar em fenômeno cultural.


Conclusão: o legado de Mighty Morphin Power Rangers

Mighty Morphin Power Rangers foi muito mais do que uma série infantil dos anos 90.

Foi uma produção que mostrou como uma ideia aparentemente simples poderia se transformar em uma franquia mundial.

Seu sucesso nasceu da combinação de Super Sentai, cultura pop americana, artes marciais, personagens carismáticos, robôs gigantes e uma estratégia inteligente de produção.

Ao mesmo tempo, seus bastidores revelam uma história muito mais complexa.

Houve dificuldades financeiras, problemas contratuais, mudanças no elenco, relatos sobre segurança e controvérsias envolvendo as condições de trabalho.

Mesmo com todas essas questões, o legado permanece.

Para uma geração inteira, bastava ouvir a música de abertura para lembrar de uma época em que cinco adolescentes se transformavam em heróis e enfrentavam monstros gigantes antes de formar o lendário Megazord.

E talvez seja justamente isso que torna Mighty Morphin Power Rangers tão especial até hoje: a série não precisa ser perfeita para continuar sendo inesquecível.

Ela faz parte da memória afetiva de milhões de fãs.

E para quem cresceu nos anos 90, poucas coisas são tão nostálgicas quanto ouvir novamente:

“Go Go Power Rangers!”

Leia também 👉 Power Rangers: todas as temporadas e equipes

Posts Similares

6 Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *